ARROMBAMENTO INSTITUCIONAL
A rua não tinha nome, apenas número. Uma dessas vias largas de Brasília, onde as árvores parecem alinhadas por decreto […]
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COMÉDIA, MEUS CONTOSA rua não tinha nome, apenas número. Uma dessas vias largas de Brasília, onde as árvores parecem alinhadas por decreto […]
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COMÉDIA, MEUS CONTOSO primeiro vento da manhã sempre vinha frio. Não importava a estação: atravessava as frestas da marquise e lembrava a
O VENTO FRIO SOB A MARQUISE Read More »
COTIDIANO, MEUS CONTOSA folha em branco sempre foi a minha primeira adversária. Escrever política diariamente num jornal de grande tiragem parecia tarefa
O DESABAFO DE UM CRONISTA Read More »
COTIDIANO, MEUS CONTOSIsso aconteceu quando ele ainda era criança. Não houve confusão. Não houve erro de interpretação. Um adulto atravessou um limite
AQUILO QUE ACONTECEU… Read More »
COTIDIANO, MEUS CONTOSAugusto tinha cinquenta anos incompletos e uma carreira moldada no período em que o país aprendera a diferenciar improviso de
Mabel chamava atenção antes mesmo de falar. Havia nela uma precisão rara: a forma como ocupava o espaço, como sustentava
O despertador tocou antes do sol nascer. Júlia silenciou o aparelho antes do segundo toque e ficou alguns segundos olhando
Dulcinéia nasceu por acaso e cresceu à força. Filha de pai presidiário e mãe lavadeira, aprendeu cedo que o mundo
A casa ficava no fim da rua, onde o asfalto se desfazia em pó e o bairro parecia desistir. Era
A CASA DOS MORTOS-VIVOS Read More »
MEUS CONTOS, TERRORArthur morreu aos vinte anos, vítima de mais uma violência urbana quando uma bala perdida o achou. O corpo chegou
O VELÓRIO DO MEU PRIMO ARTHUR Read More »
COMÉDIA, MEUS CONTOS